"A rapariga que roubava livros" de Markus Zusak vai ser adaptada ao cinema e a estreia será no próximo ano. A personagem principal, Liesel Meminger era uma menina que vivia na Alemanha no tempo da Segunda Guerra Mundial. Após a perda do seu irmão, Liesel escondeu na mala um livro que o coveiro tinha deixado cair no funeral. Foi o primeiro livro roubado. Ao longo de quatro anos, a rapariga dedicou-se ao roubo porque se queria convencer do sentido da sua existência. Os livros eram portanto a bússola que Liesel precisava para superar os obstáculos da época. Esta obra é sem duvida fascinante e no mínimo original. Consegue cativar a atenção dos leitores a cada frase lida e provoca um mar de emoções ao longo da sua leitura. Um livro com registo bastante sentimental e muito próprio por parte do autor.
O filme contará com a participação de Geoffrey Rush, Emily Watson e Sophie Nélisse (actriz de 13 anos que interpretará o papel de Liesel Meminger). Aqui fica o primeiro trailer oficial do filme.
Sinopse:
"Quando a morte nos conta uma história temos todo o interesse em escutá-la. Assumindo o papel de narrador em A Rapariga Que Roubava Livros, vamos ao seu encontro na Alemanha, por ocasião da segunda guerra mundial, onde ela tem uma função muito activa na recolha de almas vítimas do conflito. E é por esta altura que se cruza pela segunda vez com Liesel, uma menina de nove anos de idade, entregue para adopção, que já tinha passado pelos olhos da morte no funeral do seu pequeno irmão. Foi aí que Liesel roubou o seu primeiro livro, o primeiro de muitos pelos quais se apaixonará e que a ajudarão a superar as dificuldades da vida, dando um sentido à sua existência. Quando o roubou, ainda não sabia ler, será com a ajuda do seu pai, um perfeito intérprete de acordeão que passará a saber percorrer o caminho das letras, exorcizando fantasmas do passado. Ao longo dos anos, Liesel continuará a dedicar-se à prática de roubar livros e a encontrar-se com a morte, que irá sempre utilizar um registo pouco sentimental embora humano e poético, atraindo a atenção de quem a lê para cada frase, cada sentido, cada palavra. Um livro soberbo que prima pela originalidade e que nos devolve um outro olhar sobre os dias da guerra no coração da Alemanha e acima de tudo pelo amor à literatura."
PFP
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